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E sabe o que é legal? Isso aconteceu mesmo na revista LJA/Avengers #2 que por acaso eu não tenho ainda… ainda!
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Eu chorei vendo isso – Making OF – Cavaleiros do Zodíaco “O Mito dos Cavaleiros Renegados”

Ontem, sexta feira eu fui tirar um cochilo as duas da tarde, quem dera eu ser apenas um cochilo… acabei acordando as 6 da manhã de hoje (sábado). Fiz como sempre, liguei o PC, entrei no twitter e vi que o meu amigo Tedio Digital me mandou um link de um post no blog do Vinicius Paraíba. Ele disse, “Isso aqui é para o @complexogeek”. Fui então ver do que se tratava e me deparei com uma das coisas que  mais me deixou com os olhos cheio de lágrimas.

Se tratava do vídeo do Making OF da dublagem da “nova” saga dos Cavaleiros do Zodiaco, chamada O Mito dos Cavaleiros Renegados.

A história não é uma saga original, é a ja contada Saga de Hades, mas desta vez pela visão dos Cavaleiros de Ouro, os mais fortes defensores de Atena.

Veja o vídeo do Making OF do qual estou falando, e se você for fã… se você acompanhou quando criança ou ainda acompanha (assim como eu) tudo que é lançado sobre Cavaleiros do Zodiaco, vai chorar assim como eu chorei…

Ok, vamos aos motivos da minha emoção após ver este vídeo. Todos nós sabemos da visão mistificada que temos de dubladores, as vezes apenas ouvimos uma voz todos os dias durante décadas e o rosto daquela voz permanece um mistério pra gente.

Conhecer o rosto de dubladores só foi algo possivel para mim, que quase nunca vou em aventos de animes, só foi possivel graças a internet e mesmo assim é raro achar algo sobre eles.

Ver este vídeo foi emocionante por duas coisas em especial: Conhecer mais alguns rostos por trás dos Cavaleiros que eu tanto amo, (eu já conhecia o Hermes Baroli que faz o Seiya de Pégaso e mais alguns como o Élcio Sodré) por exemplo saber que o Luiz Laffey, um cara que eu conhecia apenas por fazer o comercial das Casas Bahia, faz o Shion de Áries foi pra mim uma grande surpresa.

E segundo, perceber o carinho que os próprios dubladores tem pelos seus personagens, ver a declaração do Élcio Sodré exaltando que o Shiryu é o personagem favorito da carreira dele. Isso traz um orgulho e alegria que talvez todo fã de alguma coisa deseja.

Aproveito este post para agradecer a estes dubladores, que marcaram minha infancia. Me emocionei ao conhecer o rosto de vocês, e saber o carinho que vocês tem por Saint Seiya. E obrigado a DuBrasil e a Playarte por por produzirem a série O Mito dos Cavaleiros Renegados, ao Hérmes Baroli por dirigir tão bem este projeto e a todos envolvidos. Quem não conhecia e se interessou pela saga, pode adquirir por este link.

E a todos lendo este post: ELEVEM SEUS COSMOS AO MÁXIMO!!!!

Homefront – Enredo de arrasar para uma campanha curta demais

Você não vai gostar de ser americano caso viva no mundo ambientado em Homefront, jogo da THQ. Estamos falando de um futuro (2027 precisamente) a maior potência do mundo (no mundo real) sucumbe à naçao da Coréia.

Todo universo trazido pelo jogo é simplesmente fantástico e faz realmente você acreditar que (talvez) possamos viver este futuro.
Após o morte do atual ditador da Coréia do Norte, Kim Jong-II, sobe ao poder o seu filho Kim Jong-Un, o novo ditador logo recebe um premio Nobel da Paz (isso mesmo) pela reunificação das Coréias do Norte e Sul e você acompanha todo processo como se aquilo estivesse mesmo acontecendo, a imersão ao enredo é realmente assustadora.

Com a união das nações, a Coréia logo se torna uma potencia mundial com economia e exército fortes. Enquanto isso a hegemonia dos EUA logo começa a ruir, mais crises financeiras abalam as industrias da terra do Tio Sam e tambem aumento do preço do petróleo por conta da instabilidade no Oriente Médio. Por fim nessa grande reviravolta das nações, a ONU é dissolvida e os EUA declaram lei marcial por conta da onde de protestos por toda o país. E aí que entra o oportunismo de Kin Jong-Un em anunciar um novo programa de satélites coreanos, que por conta da falha no sistema de GPS americano, consegue fazer explodir (com o satélite) uma usina termonuclear no Kansas, estado americano. A partir dai, começa a invasão coreana aos EUA.

O enredo é digno de um grande blockbuster, Temos que parabenizar a desenvolvedora Kaos Studios por trazer uma historia envolvente, intensa e emocionante até certo ponto, coisa que tem sido rara nos FPS da atualidade, nisso Homefront não peca e até se destaca no meio de tantos. Mas e a jogabilidade, como fica?

Imaginando uma guerra de tamanha proporção você ja imagina um embate colossal com explosões e ação frenética ao estilo “Falcão Negro em Perigo” e que você protagonista seria um super soldado que dará um rumo novo a situação e levará a esperança de reação de volta aos EUA.

Basicamente não é muito disso que acontece. Você é um piloto de helicóptero que foi contratado por guerrilheiros para se juntar a força que ainda resiste a invasão coreana. Os embates acontecerão em grande parte em lugares escuros e fechados (com direito a uma passagem por uma vala cheia de cadaveres) e quando se sai ao ar livre acostume-se a lutar em becos e vielas. A sua preocupação ao estar nesses lugares se deve principalmente os sentinelas coreanos que vigiam cada possivel passagem de rebeldes a invasão, e acredite, se você puder evita-los ao passar despercebido (se arrastando ou se escondendo) compensará mais do que sair atirando que nem um louco, pois a mira deles não costuma ser tão ruim como a maioria dos inimigos encontrados nos FPS por aí.

É possivel notar a falta de sofisticação de Homefront em relação a jogabilidade logo nos primeiros minutos de jogatina, como ditos por muitos, você logo estará sentindo como se estivesse jogando um Counter Strike em escalas globais.

Outro ponto negativo do jogo: o tempo de vida da campanha principal! Miseras 5 horas de jogatina e você ja zerou o jogo, lamentavel para um enredo tão épico como este. O desenvolvimento da história se torna interessante e “PÁ” tudo terminou.

Contudo após a frustação da curta duração da campanha, temos um massivo sistema multiplayer que garante horas de diversão. Mapas arrojados como os da campanha principal fazem as partidas de “Ground Control” e “Team Deadmatch” (ja bem conhecidas para amantes de FPS) ficarem bem interessantes. Os pontos de experiencia (Battle Points) aqui são distribuidos por grupo, ou seja, op fatyor equipe conta muito e não só a habilidade individual. E equipamentos é o que nao falta no multiplayer, veiculos de guerra como helicópteros e jipes e uma vasta coleção de armas, tudo isso comprado com os Battle Points adquiridos nas partidas.

Apesar da aparencia de um FPS old-school, e de uma campanha curta, Homefront tem seus méritos, usou da futurologia para desenvolver uma trama que por mais que seja ficção mostra o temor dos EUA em perder a hegemonia de maior potencia. No final se você se desapontou com a curta campanha, pode aproveitar o multiplayer que pode satisfazer horas de diversão.

Homefront é disponivel para as plataformas PC, PS3 e Xbox360

Nostalgia de Segunda: Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time

Começa mais uma série aqui no Complexo Geek, chamada de Nostalgia de Segunda, que tem por obejtivo relembrar alguns jogos que marcaram a infância ou adolescencia de muita gente. Como o próprio nome sugere, toda segunda-feira um jogo das antigas será abordado no blog. Não será uma dissecação sobre o jogo, mas sim algumas informações e opiniões sobre ele. Então para a estréia, o jogo escolhido foi: Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time.

Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time foi um jogo lançado em 1991 pela Konami (nos arcades) e ganhou uma versão para Super Nintendo em 1992 no qual recebeu este imenso nome (nos arcades era apenas chamado de Turtles in Time) e no mesmo ano, o Megadrive tambem recebeu uma versão chamada de TMNT: Hyperstone Heist.

O jogo é baseado na série animada de TV das Tartarugas Ninjas de 1987  que fizeram bastante sucesso aqui no Brasil (eu por exemplo sou fãs das Tartarugas por causa deste desenho).

O jogo segue a mesma linha de Final Fight e Double Dragon: o Beat-em-up. Ou seja, você apenas vai andando pela estágio ao estilo Side-Scrolling e vai matando os inimigos que aparecem. A formula é simples mas quando se adicionam Rafael, Leonardo, Donatello e Michelângelo a ela tudo fica mais divertido. Cada personagem tem seus pontes fortes e fracos, Donatello pode atacar a uma distancia maior do inimigo pois usa o bastão, em compensação ele é o mais lento das tartarugas. Raphael ataca mais proximo dos inimigos pois sua arma é a mais curta de todos, em compensação os golpes são os mais rápidos dentre eles. Eu por exemplo sempre escolhia o Michelangelo, pois ele aliava golpes rápidos com uma boa distancia do inimigo. Apenas cabia a você escolher qual o estilo de jogo que mais te agradava e sair danco pancada nos capangas do Destruidor, vilão principal do jogo.

Outra caracteristica do jogo eram as várias maneiras que você tinha para derrotar os inimigos. Agarrar um inimigo pelo braço e bater ele repetidamente contra o chão era uma das minhas favoritas pois caso você acertasse outro inimigo este tambem morreria, mas tambem tinha o golpe em que você podia arremessar o capanga do destruidor em direção a tela (este golpe por exemplo e usado para derrotar o chefe da 4ª fase, o robô controlado pelo Destruidor) e caso você apertasse A e B simultaneamente um golpe especial sem defesa era desferido, mas você perdia um pouco da sua barra de energia ao fazer isso.

Outro diferencial do Turtles in Time é que apesar de ser um Beat-em-Up ele nao se limitava a apenas fases onde você anda e mata os inimigos, Sewers Surfins por exemplo é uma das mais divertidas do jogo.

Alem disso, explicando o título do jogo (Turtles in Time) isso se deve ao fato de que depois de derrotar o Destruidor e seu robô na quarta fase do jogo, o vilão te manda para épocas diferentes da história, você viaja desde a pré-história até o futuro no ano de 2100. E entre essas épocas você passa por Navios Piratas e locomotivas do Velho Oeste Americano.

Outro ponto a destacar no jogo e a excelente trilha sonora, são 10 fases ao longo do jogo, e pelo menos 5 delas possuem trilhas memoráveis, um excelente trabalho feito pela Konami. Afinal um clássico que se preze deve te ruma trilha sonora digna tambem.

Enfim, espero tenham gostado de relembrar deste jogo, e se você não ainda não tinha jogado irei deixar um link para download da Rom logo abaixo, não vai ser a mesma sensação de jogar no velho e bom Super Nintendo, mas dá pra você sentir o gostinho de como era bom ser criança e ter este jogo em mãos a todo tempo. <<Download>>

Enfim, na proxima segunda trago mais um jogo das antigas caso vocês recebam bem post 🙂

 

Why so Serious?

Você reparou no título deste post? Sim, é a famosa frase dita pelo Coringa, no filme Batman – O Cavaleiro das Trevas. E se eu disser esta frase: “A dream within a dream within a dream”. Consegue identificar de que filme é esta frase? Se você falou Inception (ou A Origem) está correto. O que os dois filmes tem de comum é que foram dirigidos pela mesma mente brilhante, Christopher Nolan, um dos maiores Diretores de Cinema da atualidade.

Alem dos dois filmes já citados, são de sua autoria outros grandes filmes como, Memento (Insonia), The Prestige (O Grande Truque) e o tambem sensacional Batman Begins que abriu as postas para que The Dark Knight e o recentemente anunciado The Dark Knight Rises pudessem existir.

Abaixo você confere um trailer em homenagem ao Diretor com cenas de todos os grandes filmes dirigidos por ele, chamado de  Nolangraphy.

Só acho que a Acadêmia não deve gostar do Christopher Nolan, porque para mim o Oscar ja estava garantido para ele desde que Inception foi lançado.

Parece que Quentin Tarantino (injustiçado duas vezes tambem, por Pulp Fiction e por Bastardos Inglórios) não está mais sozinho, no canto dos excluidos mas talentosos. E se isso torna o trabalho deles melhor, bom para a gente que sabe apreciar um bom filme.

E se Kratos aparecesse em outros games??

Todo mundo na euforia só porque Kratos, o espartano mais famoso dos games vai aparecer pra mutilar lutadores no novo Mortal Kombat, mas dai veio a questão: Já que ele vai aparecer em MK, como promoveriam Kratos em outras famosas franquias?? A resposta está abaixo…

Até a Glados tremeria se isso acontecesse…

 

Não daria certo, Kratos ja viria no Lv máximo.

 

Foi o proprio Kratos que travou a  guerra que devastou o mundo…  sozinho!!!

 

Aqui seria os dêmonios que teriam medo de Kratos.

 

Está explicado porque os Cruzados foram derrotados.

 

Se Kratos estivesse no lado nazista estariamos até hoje dizendo Hail, Hitler.

 

Imagina o tanto de papel picotado nesse jogo…

 

Nele você não acha Kratos, Kratos acha você!!!!

 

Agora faz todo o sentido o nome Angry Birds

 

Depois de roubar as Asas de Ikarus, Kratos decide aparecer no jogo tambem.

***

Assim como os Sabres-de-Luz, Kratos deixa tudo mais legal…

E que venha mortal Kombat…